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Chips saudáveis que não vão conseguir parar de comer: Kale (couve-galega)

A alimentação tem que ser não só nutritiva como saborosa. E estes chips cumprem os dois requisitos.

A história dos chips é muito simples. Eu e o meu marido sempre pensamos que não gostávamos de vegetais. Afinal, não gostávamos era da preparação dos mesmos (quem merece comer brócolos cozidos a vapor todos os dias?). Foi por isso começamos a experimentar várias receitas, até que ficamos rendidos aos chips de vegetais por 3 razões: sabor, textura e praticabilidade! 

A kale - couve galega - fica divinal numa salada (por ser crocante), a acompanhar uma refeição ou simplesmente como snack (larguem o pacote de batatas fritas e rendam-se à kale! :-p).

A kale é uma hortaliça da mesma família do repolho, brócolos e couves-de-bruxelas e uma excelente fonte de Vitamina C, vitamina K, vitamina E, cálcio, potássio e betacaroteno. O betacaroteno pode ser convertido em Vitamina A. Por alguma razão é a queridinha entre a comunidade fitness.

Os nutrientes da kale são difíceis de absorver quando a mesma é comida crua. Comer kale com alguma gordura ajuda na absorção das vitaminas A, K e E. 

Apesar de extremamente nutritiva não é aconselhável para todas as pessoas. Por exemplo, a kale é uma das fontes de oxalatos, os quais poderão causar problemas para quem sofre de pedras nos rins ou na vesícula. A kale também tem goitrina, que interfere com a absorção de iodo pela tiróide pelo que as pessoas que têm problemas de tiróide não a deverão comer com frequência.


CHIPS DE KALE


Óptimo snack


Ingredientes
- kale (couve galega);
- 2 colheres de sopa de azeite;
- 1 colher de sopa de limão;
- sal e pimenta a gosto.

Preparação
- Pré-aquecer o forno a 150C.
- Lavar a kale em água morna e secar muito bem.
- Retirar as folhas do caule (vejam a dica do vídeo porque muda a vossa vida!). Cortar as folhas em forma de chips de igual tamanho.



- Colocar as folhas numa taça e "massajar" com azeite.
- Temperar com sal e pimenta a gosto e adicionar o limão.
- Colocar as folhas num tabuleiro com uma folha de papel vegetal e colocar no forno durante 35 minutos ou até ficarem crocantes.



- Espreitar o forno de 12 em 12 minutos e virar as chips para se certificarem que as mesmas não ficam queimadas. 
-Enjoy!


Neste caso acompanhei com almôndegas e puré de couve-flor


Façam e venham-me contar a vossa opinião. Já incluíram esta hortaliça na vossa alimentação? Que outros chips costumam fazer? Que outras receitas ou dicas gostavam de ver por aqui?

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10 curiosidades sobre Amesterdão


Estive cinco dias na capital dos Países Baixos. Fiz os meus passeios; vi os museus que quis ver; tive uma óptima estadia; tirei algumas fotografias; diverti-me; comi menos do que pensava que ia comer; vi uma cidade maravilhosa, que me despertou a atenção por muitas e variadas coisas. A publicação de hoje é sobre as 10 curiosidades que me despertaram mais a atenção em Amesterdão. Poderia enumerar muitas outras, mas estas são as principais. Se já lá foram/moram e querem partilhar connosco outras curiosidades que não falei por aqui, estão à vontade para deixar um comentário no final desta publicação ;)


1. Olhar sempre para o chão

 


Vão ouvir muitas vezes moedas a cair no chão. Eu ouvi, mas não liguei, porque enfim, pensei sempre que a pessoa que deixou cair, também iria apanhar. Vão encontrar várias peças de roupa pelo chão (encontrei desde bonés, sapatos, a óculos de sol). E com isto, no último dia virei-me para o meu marido e disse:  "se tivéssemos estado sempre a olhar para o chão, saíamos daqui com mais dinheiro". Acabo de dizer isso e encontro 2€. Mais à frente encontro 50 cêntimos, e mais à frente outra moeda de cêntimos. Ou seja, olhem para o chão o máximo que conseguirem. Principalmente junto aos estabelecimentos. Os turistas (alguns devem até já estar mais para lá do que para cá), quando vão a algum lado não têm cuidado e deixam cair moedas no chão.
Agora... Não deixem de andar a olhar para a cidade, claro. Vejam o que têm a ver, mas sempre com atenção àquilo que pisam.

2. Transportes são pontuais

Os transportes são super pontuais. Se está marcado que vai chegar às 10h20, às 10h20 o tram está lá. De 5 em 5 minutos têm um tram a chegar. Aos fins-de-semana ficam um pouco mais à espera, porque deve haver menos a fazer o percurso. Mas nada que vos deixe aborrecidos. Achei uma cidade muito organizada nesse aspecto.


3. As bicicletas não param



Nós como turistas achamos as bicicletas uma piada. Tiramos fotografias, andamos nas ciclovias a "anhar", alugamos uma bike e não sabemos sequer andar como deve de ser. Mas para os habitantes da cidade, a bicicleta é o meio de transporte deles. Existem regras de trânsito para as bikes, e que favorecem muito os ciclistas. Portanto, tomem muito cuidado antes de atravessar a estrada, porque eles andam muito rápido. E não fiquem parados na ciclovia a tirar fotografias ou a olhar para o mapa.
Mas não deixem de apreciar a forma como eles utilizam este meio de transporte: pais com crianças num pequeno "reboque" que se coloca atrás; pessoas a andar a alta velocidade sem as mãos no volante; pessoas a andar de bike com guarda chuva aberto; hora de saída de uma escola, onde praticamente todas as crianças vão para casa de bicicleta.




4. Cheiro a marijuana às 9 da manhã

Pois é. Vão ter que se habituar ao cheiro. Para quem não gosta de todo deste cheiro, vai ser complicado. Mas se não forem sensíveis a isso, é algo que ao segundo dia já nem vão ligar muito.


5. As casas não têm estores

E muitas delas não têm cortinados. E as que têm, não têm qualquer problema em deixar a cortina no canto da janela. Basicamente, conseguem olhar para dentro das casas, sem qualquer problema. Do nosso quarto conseguíamos ver o casal do prédio em frente sentado no sofá a ver TV. Mas não víamos só um bocado, víamos tudo, porque eles não tinham uma única cortina. Quando vão a passear pela rua, também é comum conseguirem ver tudo dos R/C das casas. É muito estranho. E daí me fez pensar que, numa cidade tão turística, eles não têm medo de mostrar a casa deles, nem de serem assaltados. É porque deve ser mesmo uma cidade segura. Outra conclusão que tirei é que a decoração das casas é muito minimalista  mas bastante bonita (com artigos de decoração modernos e muitas obras artísticas, tais como pinturas ou fotografias).

6. São pouco pacientes com turistas


Aqui os críticos vão-me cair em cima. Eu falo da MINHA experiência e só isso. No geral, não os achei muito pacientes. Em muitos sítios nem mostram os dentes quando te estão a atender. E se estás à frente deles, eles não pedem "com licença", nem em inglês nem em língua nenhuma. Ficam a olhar para ti com cara de "então, sais da frente?", ou abanam os braços como quem diz "estás a atrapalhar". Mas vá, não são todos. 

7. Um cêntimo? Para quê?

Imaginem que a vossa conta dá 10,99 euros, e vocês pagam com 11euros, eles ficam a dever um cêntimo e nem se explicam. Não o dão e pronto. Mas também já aconteceu o contrário. Imaginem que dá 10.01 euros e pagam com uma nota de 20 euros. Eles dão 10 euros de troco. É muito estranho, porque uma pessoa fica a pensar "porque é que colocam cêntimos nos preços?"


8. Fazer fila para o tram? Não existem filas


Se estão acostumados a Lisboa, onde há filas para tudo (mesmo que por vezes não pareça e haja os chicos espertos que passem à frente), em Amesterdão não há, de todo. Até conseguem ver que um ou outro turista tenta fazer uma fila. Mas os habitantes passam à frente sem dó nem piedade.

9. Inglês tão bem falado quanto o holandês

TODA a gente fala inglês. Desde a senhora do supermercado, ao senhor que passa por ti na rua e em inglês pergunta se precisas de ajuda. Toda a gente. E não é um inglês mal falado. É inglês perfeito. Por isso, não se preocupem com a barreira da língua.


10. Há doces por todo o lado


Basicamente não sei o que é uma comida típica de Amesterdão (tipo, como o nosso bacalhau à brás, o cozido à portuguesa, uma sardinha assada, etc.). Mas talvez tenha sido culpa minha que pesquisei muito pouco sobre o assunto. Vi restaurantes de todos os géneros e feitios - argentino, italiano, japonês - mas nenhum que dissesse "restaurante típico holandês". Existem é doçarias por tudo o quanto é lugar. As feiras/mercados também estão recheadas de doces. Se estão em dieta, tenham cuidado e pesquisem muito bem onde comer.


Todas as fotografias foram tiradas por mim e não podem ser reproduzidas sem autorização.

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O melhor de São Francisco, Califórnia



São Francisco é uma cidade bastante inclinada mas onde se pode ir para todo o lado a pé. Tem um ambiente descontraído, oferta cultural, variedade de restaurantes e bares e o clima é óptimo. Em algumas zonas faz lembrar um pouco Lisboa. Era uma cidade onde me via perfeitamente a viver.

Para quem chega ao aeroporto há várias opções de TRANSPORTE para o centro:
- o bart, que é um comboio que liga o aeroporto ao centro da cidade e custa à volta de 8 dólares;
- o táxi, que fica bastante mais caro e que, para Union Square por exemplo, ronda os 64 dólares; ou - uma carrinha partilhada com outras pessoas que embora mais cara que o bart (17 dólares por pessoa) deixa-vos mesmo à porta do hotel.

Em termos de HÓTEIS, as melhores áreas para ficar são:
- Union Square, pela localização (é fácil chegar a todo o lado a partir daqui), para fazer compras e para assistir a peças de teatro no American Conservation Theater ou no SHN;
- Civic Center, para ouvir a San Francisco Symphony, ir à ópera e ao ballet, ou ouvir jazz no SFJAZZ. Podem ainda visitar o Asian Art Museum e apreciar uma das mais completas colecções de arte asiática do mundo;
- Soma, se forem aquilo que se chama de "foodie" pois é uma das zonas com mais comida deliciosa por metro quadrado :-p De fácil acesso a um dos bairros típicos, Mission, onde também se come bem;
- Embarcadero, se privilegiarem um "healthy lifestyle" pois têm acesso a espaços maravilhosos para praticar desporto e uma vista maravilhosa da Bay Bridge. Levantem-se de manhã para ver o nascer e do sol e façam uma corrida ao longo de Embarcadero, pelo Ferry Building até ao Pier 39;
- Fisherman´s Wharf, para vistas espectaculares e para passear.

Eu acabei por ficar em Union Square e considero ter sido uma óptima escolha porque consegui caminhar para todo o lado a pé.

O QUE VALE A PENA VER?


1. Os bairros típicos:
A) Castro - Aqui encontram uma comunidade vibrante e colorida, várias lojas e bares cool e o famoso teatro Castro, que data de 1922.



B) Haight - Ahsbury - coração do movimento hippie, é um lugar interessante pelas propostas alternativas e boémias.


C) Nort Beach - bairro italiano que para além de diversos bons cafés e restaurantes é também conhecido por uma das mais antigas livrarias - a City Lights.


D) Mission - dominada por taquerias (onde é imperdoável não experimentarem o burrito) vale a pena ver pelos murais espalhados pelo bairro.


E) Chinatown - que é um bairro autêntico e cheio de vida.



2. Coit Tower - aconselho a visita pelos murais inspirados pelo estilo de Diego Rivera, um dos maiores pintores mexicanos, casado com Frida Kahlo. A visita aos murais é gratuita. Para apanhar o elevador até ao topo e ver a vista o preço é 8 dólares por adulto e 2 por criança. Esperamos cerca de 45 minutos na fila, mas o senhor informou-nos que em épocas altas pode chegar a 2 horas de espera. A vista - de toda a cidade - é bonita mas não sei se esperava 2 horas...Olhem para a foto em baixo e digam-me vocês - vale a pena?


3. Fisherman´s Wharf  - aqui podem apanhar um barco para dar um passeio até à Golden Gate Bridge (a famosa ponte vermelha que virou o ícone da cidade) ou Alcatraz e ver as famosas focas no pier 39. Nós optamos por não ir a Alcatraz porque o tour demora mais tempo mas acredito que valha a pena. O barco passa mesmo debaixo da ponte.





4. Ferry Building. - aqui encontram os mais variados restaurantes e pequenas lojas a vender desde queijos até chocolates e produtos orgânicos. Almocei lá, no Prather Ranch, e optei por um wrap em folha de alface que estava delicioso. Às Terças e Sábados às 2h da tarde realiza-se o Farmer´s Market. Lá encontram frutas, vegetais, ervas e especiarias, flores, carne e ovos de pequenos agricultores locais, a maior parte orgânicos. Também vi vários tipos de queijos e doces regionais.

5. Painted Ladies. - são um conjunto de casas vitorianas lindas, pintadas em cores diferentes, que estão na primeira foto deste post. Na verdade, São Francisco tem várias casas deste tipo mas as mais famosas estão na Alamo Square, um lugar simpático para fazer piqueniques

6. Lombard Sreet - esta rua é tão famosa que não vale a pena dizer nada certo? É das ruas mais inclinadas de São Francisco e tem 8 curvas que diminuem os seus 27 graus de inclinação.

ONDE COMER?


Em São Francisco há bastantes opções saudáveis e um investimento grande dos restaurantes em produtos orgânicos dos agricultores locais. São Francisco tem uma variedade de restaurantes com gastronomia de diferentes partes do mundo, oferecendo portanto diferentes propostas.

Para almoçar aconselho o Ferry Building, onde a escolha é ilimitada, ou o La Taqueria em Mission, onde se pode comer o melhor burrito da America.

Para jantar, sugiro dois restaurantes:
- o Helmand Palace é um restaurante afegão em Russian Hill, a precisar de uma nova decoração/remodelação, mas onde a comida é simplesmente deliciosa. Comecem por pedir Kaddo para entrada e garanto que não se vão arrepender. Para prato principal o seek kebab é uma boa escolha. O preço é bastante acessível.
- o One Market Restaurant apresenta uma proposta de comida californiana do mercado para a mesa. O ambiente é mais intimista e o preço já é muito mais puxado. Para prato principal não deixem de escolher as vieiras e barriga de porco com trigo sarraceno.

Para mais opções carreguem na zona que desejam carreguem AQUI!






E vocês? Já estiveram em São Francisco? O que gostaram mais?

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Vale a pena comprar o I amsterdam City Card?

A questão é: querem estar quantos dias em Amesterdão? Querem ver o quê?
Só depois destas perguntas respondidas é que poderão pensar se valerá a pena comprar o I amsterdam City Card.
No nosso caso, ficámos de 1 a 6 de Março. Tendo em conta que dia 1 chegámos à noite, e que no dia 2 iríamos para uma zona que o cartão não cobre, então optámos por usar o cartão de 3 a 5 de Março. Nesse caso, comprámos o de 72 horas que nos custou 77 euros.
No nosso roteiro tínhamos em mente ir a alguns museus, ao estádio do Ajax, andar de barco e andar muito de tram (porque como fomos no inverno e com os meus pais, não dava para andar muito a pé ou de bicicleta). Nesse caso, compensou comprar o cartão. Porque fazendo as contas às entradas das atracções com as despesas dos transportes, passaria os 77 euros que pagámos pelo cartão.

Outra coisa que têm que ter em conta é que, se comprarem o passe no aeroporto, não o vão poder usar até à Centraal, pois este cartão não abrange os comboios. Portanto, vão sempre acrescentar às vossas despesas de transportes a ida e vinda do aeroporto, que pode ser adquirido a partir de 5,20 euros por viagem.

O que é que vem incluído no I amsterdam City Card? Entradas em variadas atracções a custo zero e outras com desconto. Dá ainda direito a uma viagem de cruzeiro pelos canais sem pagar mais por isso. Têm a possibilidade de andar em toda a rede de transportes GVB, que inclui os trams, metro e autocarros. Têm ainda alguns descontos em concertos, bares, cafés, restaurantes e no aluguer de bicicletas.

O cartão é feito por dois elementos: o primeiro é entradas grátis em museus, atracções e nos cruzeiros. E o segundo é no acesso gratuito aos transportes públicos. Ou seja, o cartão é activado na primeira vez que o usam e não no dia em que o compram. Portanto, tenham em conta que assim que o usam a primeira vez nos transportes, contam 72h depois disso para o poderem usar. Quem diz 72h diz 24h, 48h ou 96h dependendo do cartão que compraram.
No entanto, se não o usaram em nenhuma atracção, ele só é validado como desconto nas atracções, na primeira vez que visitarem um museu, por exemplo. Portanto, pode acontecer já não terem mais cartão para transporte, mas ainda o poderem usar numa atracção, ou vice-versa. São activações independentes.

ONDE COMPRAR?

I amsterdam Visitor Information Centre (fotografia do site Iamsterdam)

1) Online com entrega em tua casa (para qualquer parte do mundo), ou podes ir levantar quando chegares a Amesterdão, nestes seguintes pontos:
    - Amsterdam Centraal Station: I amsterdam Store, no lado norte da estação. Aberto de Segunda a quarta-feira das 08:00 - 19:00; quinta-feira a sábado das 8.00 - 20.00 e domingos das 10:00 - 16:00
    - Amsterdam Airport Schiphol: I amsterdam Visitor Information Centre Amsterdam Schiphol Airport, Arrivals Hall 2: Holland Tourist Information. Aberto diariamente das  07:00 às 22:00
    - Amsterdam Centraal Station: I amsterdam Visitor Information Centre na Stationsplein 10 (no lado oposto à entrada da estação). Aberto de segunda-feira a sábado das 09:00 - 17:00; domingo das 09:00 - 16:00

2) Vários pontos da cidade: vê a listagem aqui.

 

 

QUAIS OS PREÇOS (2017)?



Neste momento, comprando pelo site, o de 72h está em promoção. E os preços indicados na imagem são para o ano de 2017. Pelo que tenho lido, os preços aumentam praticamente todos os anos. 

 

 

O QUE ESTÁ INCLUÍDO?

Têm que ter em atenção que esta publicação está a ser escrita em 2017. Se por acaso encontraste este post no ano de 2018, 2019 ou seguintes, tens que verificar no site I amsterdam se as atracções continuam as mesmas.
Para este ano, podem ver em baixo nas imagens as atracções que poderão usufruir. Basta carregarem nas imagens para verem em ponto maior, ou clicar AQUI para fazerem download do pdf.





VOU POUPAR QUANTO DINHEIRO COM O CARTÃO?

Essa é uma resposta muito difícil de responder, porque não sei quantos dias vão e o que vão querer ver. Aconselho a fazerem contas ao que vão ver e quanto pagariam sem o cartão e com o cartão. O site I amsterdam dá algumas ideias de itinerários e de quanto poupam com o cartão. Por exemplo para um cartão de 72h:

Claro que, tal como referi, isto é muito relativo. Eles vão sempre escolher para estas estimativas, museus que com o cartão não vais pagar nada, excluindo outros que toda a gente quer ver como a Casa da Anne Frank (ou melhor, o sótão onde ela ficou escondida) que não está incluído qualquer desconto com o I amsterdam, e o Rijksmuseum que te dá apenas 2,50€ de desconto (tendo em conta que o valor dele é de 17,50€, iriam pagar 15€ com o cartão).
Façam também a estimativa com o preço dos transportes, que poderão ver AQUI.

Espero que estas informações tenham sido úteis. Se tiverem mais alguma dúvida, estão à vontade para perguntar nos comentários. Responderei a tudo o que souber.

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