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    Vista do topo do "Diamond Head State Monument"  - Oahu


    Este ano novo chinês, tive finalmente oportunidade para ir a um dos meus destinos de sonho - o Hawaii - e decidi fazer aqui uma série de posts para partilhar com vocês as minhas dicas.
    Este é o primeiro de três posts, com dicas gerais mas essenciais para quem vai pela primeira vez. O  segundo será sobre Oahu e o terceiro sobre Maui.

    O Hawaii superou todas as minhas expectativas. Sempre esperei encontrar praias paradisíacas, mas não contava com montanhas e vulcões de cortar a respiração e acho que nunca comi tão bem numa viagem. A cultura riquíssima, com algumas influências portuguesas, foi também algo que me surpreendeu e que falarei mais tarde.

    Mas para que tudo corra bem, partilho com vocês as minhas dicas:

    1 - QUAL A MELHOR COMPANHIA AÉREA?

    Não há voos directos de Macau/Hong Kong para o Hawaii (nem de Portugal) por isso planeiem a viagem com antecedência para conseguirem perder o menos tempo possível em escalas (o ideal será uma escala em vez de duas).

    De Hong Kong, as melhores hipóteses são voar para Honolulu via Manila (Philippine Airlines), Tokyo (ANA ou Japan Airlines), Seoul (Korean Air, Asiana) e Guam (United). Geralmente, os voos partem à noite e chegam a Honolulu na manhã do dia anterior: ou seja ganhamos um dia. No entanto, no regresso a viagem é feita de dia e devem ter em atenção se chegam um ou dois dias depois (hello jetlag!).

    A viagem mais curta é por Guam, mas eu aproveitei uma promoção e optei pela ANA via Tokyo. Apesar das hospedeiras da ANA serem uma simpatia e as refeições não serem más, os aviões não são novos e o entretenimento é fraco. Para além disso, a funcionária do check in em Hong Kong foi extremamente incompetente, recusando-se a dar-me o bilhete de Tokyo para Honolulu, apesar de eu ter já lugar marcado. Limitava-se a dizer "o sistema não permite". A minha preocupação era a escala em Tokyo não ser muito longa mas o terminal de chegada e embarque é o mesmo. Por isso, se isto vos acontecer, fiquem descansados que não perdem o avião.

    Se optarem por ir por Guam, lembrem-se que o tempo de escala é mesmo muito curto e têm que passar na emigração porque estão a entrar nos EUA.

    2 - PRECISO DE VISTO PARA OS EUA?

    A maior dos países europeus (Portugal incluído) não necessita de visto para os EUA. Tudo o que necessitamos é de uma autorização para viajar. Trata-se de um sistema electrónico designado por ESTA (Electronic System for Travel Authorization). O ESTA requer-se online AQUI e basta fornecer os dados do passaporte, o vosso contacto e pagar 14 dólares. O ESTA é válido por 2 anos.

    No site oficial dizem que basta pedir o ESTA com 72 horas de antecedência mas o meu conselho é que o façam o mais cedo possível, porque se for negado terão que ir a uma embaixada ou consulado e às vezes demora semanas para se conseguir dia para ser atendido.

    À chegada a Honolulu, fazem-nos imensas perguntas (quantos dias vamos ficar, se viemos para trabalhar, se conhecemos alguém no hawaii, etc, etc) mas é tudo rotina por isso não se preocupem. No meu caso, não consegui fazer o procedimento nas máquinas automáticas disponíveis (deu erro) mas correu tudo bem. Por isso se passarem pelo mesmo já sabem que é normal e não há necessidade de entrar em pânico.

    3 - VALE A PENA ALUGAR CARRO?

    Na minha opinião, é imprescindível alugar carro. Há imensa coisa que vocês vão querer ver e não vão querer ficar dependentes de tours. Não há nada como pegar no carro e conduzir sem destino. Ir parando aqui e ali para ver vistas incríveis, descobrir praias desertas, falar com os locais, comer num sítio que nos chame a atenção.

    Eu escolhi a companhia Alamo porque era a que tinha preços mais atractivos. Já não é a primeira vez e fico sempre extremamente satisfeita. O procedimento de check in é rápido e a entrega não podia ser mais eficiente. Aconselho-vos a escolherem o seguro contra todos os riscos mas não vale a pena comprar o depósito de gasolina, uma vez que fica mais barato serem vocês a fazer o depósito antes da entrega do carro (não se esqueçam é de ir com tempo!). Têm também um shuttle bus gratuito do aeroporto até ao rent-a-car e vice-versa mas isso é prática comum com todas as companhias. Aluguem com antecedência, especialmente nas épocas altas porque os carros podem esgotar ou os preços ficarem excessivamente altos.

    No Hawaii são bastante relaxados a conduzir e é relativamente fácil orientarem-se. Não precisam de um carro muito grande. O meu marido, em Maui, optou por um Rangler (pela piada da coisa) mas não é fácil de conduzir e não era de todo necessário já que estradas estão em boas condições. Só diria para optarem por um Rangler (ou semelhante) se decidirem fazer estradas não alcatroadas (por exemplo, na estrada para Hana). Apesar de teoricamente não se poder levar o carro de aluguer para lá...


    O nosso carro em Maui - a matrícula diz "The Aloha State" 


    Aconselho-vos a comprarem cartão com internet, é extremamente útil por causa do google maps.  

    4 - É MELHOR FICAR NUM HOTEL OU OPTAR PELO AIRBNB?

    Os hotéis são extremamente caros, o que não é de admirar porque para além da taxa que estamos habituados, a maioria dos hóteis ainda cobra a chamada "resort fee" (20 a 30 dólares por noite!). Um hotel de luxo, custa entre 400 a 600 dólares por noite. Um hotel de 5 estrelas que ficaria na Ásia em 150 dólares por noite, custa no Hawaii o dobro.

    Para além disso, e ao contrário do que sucede em Maui, em Oahu o estacionamento não é gratuito e fica por cerca de 40 dólares por noite!

    Dica que não vem nos livros: por detrás do jardim zoológico em Waikiki podem estacionar gratuitamente.

    Portanto, a menos que encontrem uma excelente promoção, as melhores opções serão:
    - o Airbnb;
    - Apart-Hotel (com a vantagem de poderem cozinhar); e
    - Bed and Breakfast (para mim pessoalmente, uma melhor alternativa aos hostels).

    Reparem que vai haver tanta coisa para ver que não vão querer estar no quarto. Para além disso, quem precisa de piscina, com as praias paradisíacas que têm nas ilhas?



    Aston at the Whaler (foto do site oficial) - conseguimos uma óptima promoção neste apart-hotel


    5 - PRECISO MESMO DE DAR GORJETA?

    Se já estiveram alguma vez nos EUA, sabem que se costuma dar gorjeta, especialmente nos restaurantes. O mínimo é 12% e o máximo sugerido é 20%. A gorjeta vem inclusive calculada na conta. Confesso que esta prática/costume cultural foi algo que me surpreendeu na minha primeira visita aos EUA, especialmente porque torna o almoço/jantar muito mais caro e era algo com que não contava.

    A razão por detrás deste hábito é o facto de o empregado ganhar o salário mínimo e com as taxas o mesmo ficar reduzido a quase nada. Mas não deveria ser o empregador a suportar o custo? E se o serviço for mau é mesmo preciso dar gorjeta? Sinceramente não sei. Não há nenhuma lei que vos obrigue a fazê-lo e certamente torna-se mais fácil não dar se não planeiam regressar aquele restaurante!

    Quando estive na Califórnia, senti essa imposição. No Hawaii, não tanto. Inicialmente deixava o mínimo sugerido (12%). Mas à medida que a viagem foi avançando - e percebi o quanto estava a gastar a mais - optei por deixar muito menos que o mínimo ou não deixar nada se não gostei do serviço. Não se preocupem eles sabem que se não deixarem gorjeta é porque provavelmente são europeus (sim, a sério!).

    6 - É CARO?

    Vou ser brutalmente honesta: sim! O paraíso não é barato e a seguir aos voos, alojamento e carro, aquilo com que gastarão mais dinheiro será provavelmente com comida.

    A comida é absolutamente deliciosa e vão querer provar tudo, mas os restaurantes não são nada baratos. Uma refeição normal para duas pessoas num restaurante de custo médio anda à volta dos 70 dólares. Isto dito, eu comi uma poke bowl com peixe fresquíssimo por 10 dólares.

    Se forem aos sítios certos (mais sobre isto nos posts seguintes) e optarem por cafézinhos e food trucks fica muito mais em conta. Se ficarem num apart-hotel ou airbnb poderão ainda cozinhar algumas refeições simples e fazer piqueniques na praia ou montanha.

    Dica que não vem nos livros: Não vão à ABC Store que encontram em todo o lado, optem por um supermercado como o Safeaway que  é muito mais barato.

    7 - EXISTEM PRAIAS SÓ PARA OS HOTÉIS OU SÃO PÚBLICAS?

    Todas as praias são paradisíacas e públicas. Mas levem a vossa própria toalha (levem na mala se tiverem peso para isso, escusam de gastar dinheiro lá) e chapéu (conselho de quem apanhou um escaldão em apenas duas horas).

    As cadeiras e chapéus para alugar são caríssimos. No nosso apart-hotel, em Maui, as cadeiras disponíveis para hóspedes estavam sempre ocupadas e alugar duas cadeiras e um chapéu ficava por 60 dólares por dia. Em Waikiki pediram-nos o mesmo.

    Se planearem fazer snorkeling (e acreditem vão querer fazer em Hanauma Bay) levem pelo menos a vossa própria máscara. Não só poupam dinheiro (gastei 20 dólares) como escusam de estar a usar algo já usado por outras pessoas... Se não levarem (porque não têm ou não querem), pelo menos peçam uma nova "mouth piece". Vão-me agradecer depois :-)

    8- QUAL A MELHOR ALTURA PARA IR?

    Apesar de termos ido no final de Fevereiro e termos tido sorte com o tempo (apenas um dia de chuviscos e uma tarde de chuva torrencial e trovoada) os meses com mais chuva ("inverno") são Novembro a Março e os meses mais secos são Junho a Setembro ("verão").

    Dica que não vem nos livros: No Verão e Natal está bom tempo mas são as férias dos miúdos, o que significa que vai haver muito gente e os preços vão estar muito mais altos. Evitem! Em termos gerais, os melhores meses são fim de Abril, Maio, Setembro e Outubro.

    9 - QUAIS AS ILHAS QUE DEVO VISITAR?

    Depende! Depende do que procurarem! Se tiverem tempo, vão a todas :-) Mas lembrando que para ver duas ilhas, deverão ter o mínimo de 10 dias. Duas semanas será perfeito para ver duas ilhas, máximo três.

    Eu estive em Oahu e Maui mas gostaria de voltar para visitar, por exemplo, a Big Island. Oahu foi a ilha onde aterrei. Maui escolhi por ter tanto praias lindas como cenários dignos de Marte (vulcão). De brinde quando lá fui, era a época das baleias!


    Baleias em Maui (mais fotos no post de Maui)


    Entre as duas ilhas voamos na Hawaiian Airlines. O avião é muito básico (a cadeira nem reclina) mas o voo nem 1 hora dura! É literalmente levantar e aterrar. No aeroporto, existem umas máquinas muito práticas onde vocês mesmo podem fazer o check in mas atenção que vão de pagar se levarem mala de porão (nós pagamos 25 dólares).

    10 - DEVO PLANEAR TUDO COM ANTECEDÊNCIA?

    De maneira nenhuma. O Hawaii é para relaxar, aproveitar e gozar sem demasiados planos. Apenas vos aconselho a reservar os bilhetes para Pearl Harbor (caso façam questão de lá ir - e devem!) e o luau (6 meses antes, pelo menos).

    Eu queria experimentar um luau, apesar de todos me dizerem que era muito turístico. Como queria uma experiência o mais autêntica possível, a minha única escolha foi o Old Laihana Luau. Como só me decidi quatro dias antes, estava cheio. Pedi para me colocarem na lista de espera e disseram-me que havia cerca de 50 pessoas à minha frente. A minha sorte foi que no dia H estava a chuviscar e houve muitos cancelamentos.

    O luau tem sempre um espectáculo e um buffet com bebida à descrição. A comida era óptima (kalua pork cozinhado durante horas debaixo da terra), as pessoas foram super simpáticas e gostamos bastante do espectáculo. Isto dito, se for a vossa primeira vez e não tiverem tempo não vão, não é nada do outro mundo.

    Espectáculo no Old Laihana Luau


    ALOHA e até ao próximo post!

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    A viagem de Palm Springs até ao Death Valley é longa, entre 4h30 a 5h. Durante quilómetros e quilómetros, só se vêm montanhas, um céu azul sem fim e alguns (poucos) carros. Por vezes, em partes mais nubladas, o sol irrompe pelas nuvens criando um cenário de cortar a respiração. É nestes momentos, no meio do nada, que me sinto verdadeiramente em paz e feliz.

    E eis que se chega ao deserto - o Death Valley. No Death Valley, há um sítio onde abastecer o carro (mas é mais caro que na cidade) e alguns sítios onde comer, mas o meu conselho é que levem snacks, sandes e muita água. Se puderem vão com tempo para explorar. O ideal será dois a três dias. E lembrem-se mais uma vez de consultar os avisos nos parques: estradas cortadas, cuidados com animais, etc.





    O melhor:

    • Zabriskie Point - vista panorâmica impressionante;
    • Devil´s Golf Course - zona com diversos cristais de sal, que levaram um escritor a dizer que o diabo ali podia jogar golfe;
    • Badwater - o ponto mais baixo da América do Norte;
    • Artist´s Palette - rochas vulcânicas em tons de azul, verde e vermelho graças ao tempo de oxidação;
    • Mesquite Flat sand dunes (lembrem-se as dunas não ficam tão perto do parque de estacionamento como parece!)
    • Dante´s view.

    O pior:
    • A estrada para o castelo e para a cratera vulcânica estava fechada;
    • As casas de banho! Nem tenho palavras para descrever o quão horríveis são. Nem entrem. Vão ao Visitor Centre e de resto aguentem...

    E como uma imagem vale por mil palavras deixo aqui a reportagem fotográfica.

    Nota: as fotos são da autora e não devem ser reproduzidas sem autorização 

     Zabriskie Point


      Artist´s Palette

     Badwater


    Mesquite Flat sand dunes

    Devil´s Golf Course

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    São Francisco é uma cidade bastante inclinada mas onde se pode ir para todo o lado a pé. Tem um ambiente descontraído, oferta cultural, variedade de restaurantes e bares e o clima é óptimo. Em algumas zonas faz lembrar um pouco Lisboa. Era uma cidade onde me via perfeitamente a viver.

    Para quem chega ao aeroporto há várias opções de TRANSPORTE para o centro:
    - o bart, que é um comboio que liga o aeroporto ao centro da cidade e custa à volta de 8 dólares;
    - o táxi, que fica bastante mais caro e que, para Union Square por exemplo, ronda os 64 dólares; ou - uma carrinha partilhada com outras pessoas que embora mais cara que o bart (17 dólares por pessoa) deixa-vos mesmo à porta do hotel.

    Em termos de HÓTEIS, as melhores áreas para ficar são:
    - Union Square, pela localização (é fácil chegar a todo o lado a partir daqui), para fazer compras e para assistir a peças de teatro no American Conservation Theater ou no SHN;
    - Civic Center, para ouvir a San Francisco Symphony, ir à ópera e ao ballet, ou ouvir jazz no SFJAZZ. Podem ainda visitar o Asian Art Museum e apreciar uma das mais completas colecções de arte asiática do mundo;
    - Soma, se forem aquilo que se chama de "foodie" pois é uma das zonas com mais comida deliciosa por metro quadrado :-p De fácil acesso a um dos bairros típicos, Mission, onde também se come bem;
    - Embarcadero, se privilegiarem um "healthy lifestyle" pois têm acesso a espaços maravilhosos para praticar desporto e uma vista maravilhosa da Bay Bridge. Levantem-se de manhã para ver o nascer e do sol e façam uma corrida ao longo de Embarcadero, pelo Ferry Building até ao Pier 39;
    - Fisherman´s Wharf, para vistas espectaculares e para passear.

    Eu acabei por ficar em Union Square e considero ter sido uma óptima escolha porque consegui caminhar para todo o lado a pé.

    O QUE VALE A PENA VER?


    1. Os bairros típicos:
    A) Castro - Aqui encontram uma comunidade vibrante e colorida, várias lojas e bares cool e o famoso teatro Castro, que data de 1922.



    B) Haight - Ahsbury - coração do movimento hippie, é um lugar interessante pelas propostas alternativas e boémias.


    C) Nort Beach - bairro italiano que para além de diversos bons cafés e restaurantes é também conhecido por uma das mais antigas livrarias - a City Lights.


    D) Mission - dominada por taquerias (onde é imperdoável não experimentarem o burrito) vale a pena ver pelos murais espalhados pelo bairro.


    E) Chinatown - que é um bairro autêntico e cheio de vida.



    2. Coit Tower - aconselho a visita pelos murais inspirados pelo estilo de Diego Rivera, um dos maiores pintores mexicanos, casado com Frida Kahlo. A visita aos murais é gratuita. Para apanhar o elevador até ao topo e ver a vista o preço é 8 dólares por adulto e 2 por criança. Esperamos cerca de 45 minutos na fila, mas o senhor informou-nos que em épocas altas pode chegar a 2 horas de espera. A vista - de toda a cidade - é bonita mas não sei se esperava 2 horas...Olhem para a foto em baixo e digam-me vocês - vale a pena?


    3. Fisherman´s Wharf  - aqui podem apanhar um barco para dar um passeio até à Golden Gate Bridge (a famosa ponte vermelha que virou o ícone da cidade) ou Alcatraz e ver as famosas focas no pier 39. Nós optamos por não ir a Alcatraz porque o tour demora mais tempo mas acredito que valha a pena. O barco passa mesmo debaixo da ponte.





    4. Ferry Building. - aqui encontram os mais variados restaurantes e pequenas lojas a vender desde queijos até chocolates e produtos orgânicos. Almocei lá, no Prather Ranch, e optei por um wrap em folha de alface que estava delicioso. Às Terças e Sábados às 2h da tarde realiza-se o Farmer´s Market. Lá encontram frutas, vegetais, ervas e especiarias, flores, carne e ovos de pequenos agricultores locais, a maior parte orgânicos. Também vi vários tipos de queijos e doces regionais.

    5. Painted Ladies. - são um conjunto de casas vitorianas lindas, pintadas em cores diferentes, que estão na primeira foto deste post. Na verdade, São Francisco tem várias casas deste tipo mas as mais famosas estão na Alamo Square, um lugar simpático para fazer piqueniques

    6. Lombard Sreet - esta rua é tão famosa que não vale a pena dizer nada certo? É das ruas mais inclinadas de São Francisco e tem 8 curvas que diminuem os seus 27 graus de inclinação.

    ONDE COMER?


    Em São Francisco há bastantes opções saudáveis e um investimento grande dos restaurantes em produtos orgânicos dos agricultores locais. São Francisco tem uma variedade de restaurantes com gastronomia de diferentes partes do mundo, oferecendo portanto diferentes propostas.

    Para almoçar aconselho o Ferry Building, onde a escolha é ilimitada, ou o La Taqueria em Mission, onde se pode comer o melhor burrito da America.

    Para jantar, sugiro dois restaurantes:
    - o Helmand Palace é um restaurante afegão em Russian Hill, a precisar de uma nova decoração/remodelação, mas onde a comida é simplesmente deliciosa. Comecem por pedir Kaddo para entrada e garanto que não se vão arrepender. Para prato principal o seek kebab é uma boa escolha. O preço é bastante acessível.
    - o One Market Restaurant apresenta uma proposta de comida californiana do mercado para a mesa. O ambiente é mais intimista e o preço já é muito mais puxado. Para prato principal não deixem de escolher as vieiras e barriga de porco com trigo sarraceno.

    Para mais opções carreguem na zona que desejam carreguem AQUI!






    E vocês? Já estiveram em São Francisco? O que gostaram mais?

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    Como vivo em Macau e as viagens de carro não demoram mais do que 30 minutos, quando vou de férias gosto de conduzir sem limitações de tempo ou de espaço, ir parando aqui e ali, escolher uma boa playlist e simplesmente aproveitar o melhor de cada país. E nada traduz melhor isso do que uma roadtrip! Já fiz quatro roadtrips dignas desse nome (Nova Zelândia, EUA, Taiwan e Austrália).

    Antes de se lançarem estrada fora, leiam este guia de sobrevivência :-) Acreditem, agradecia se alguém me tivesse dito algumas destas coisas :-p


    Sea Cliff Bridge, Austrália

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    Somos duas amigas portuguesas com a mesma paixão por viagens. Este blog surgiu na nossa necessidade de documentar as nossas aventuras pelo mundo fora.Lê Mais

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