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    Desde a minha última viagem ao Japão que tenho pensado muito nesta coisa de viajar e fotografar. Afinal eu quero desfrutar do local ou quero regressar com óptimas fotografias? Será que consigo conciliar as duas coisas? E cheguei à conclusão que quando não ligava tanto à qualidade de uma fotografia desfrutava mais da viagem. E vinha mais feliz com o registo fotográfico que tinha feito. Neste momento exijo muito de mim a nível fotográfico, o que atrapalha um pouco o meu estado de espírito durante e depois da viagem. Os problemas principais nesta última visita a Tóquio foram: falta de paciência (porque estava cansada por ter organizado o meu casamento); falta de pesquisa por novos locais; querer ver tudo e mais alguma coisa. Vim com poucas fotografias do meu agrado e muitas delas não representam aquilo que experienciei durante a viagem.

    Quer façam uma viagem para se divertirem ou para voltarem com boas fotografias, há que ter em atenção vários factores:

    * Decidir logo de início se vão passear ou se vão querer trazer um bom registo fotográfico
    OK. Dá para fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Mas na segunda opção vão perder imenso tempo num local para poderem fotografar com calma. Isso implica que vão ter menos tempo para visitar outros pontos de interesse. Se simplesmente quiserem fotografias para recordar as férias, então estão mais virados para a primeira opção.



    * Aprende a usar o modo manual da máquina e a fotografar em RAW
    Em qualquer uma das opções da alínea anterior, aconselho a usarem o modo manual da máquina. Conseguirão corrigir a exposição, ter a profundidade de campo desejada, entre outras opções que não serão tão fáceis obter num modo automático. Fotografar em RAW também é muito importante para vos dar a possibilidade de editar a fotografia sem perder informação.



    * Andar com muito peso às costas ou optar por uma única objectiva
    Já vos imaginaram uma semana ou duas com uma mochila com 4kg às costas?  Se quiserem compensar o facto de não irem ao ginásio durante as férias, então levem todo o material que têm em casa. Mas se preferirem uma opção mais prática e menos pesada recomendo que levem apenas a vossa objectiva mais versátil. Devem questionar se todo o material extra que vão levar é essencial para obterem as fotografias que pretendem captar (exemplo: vale a pena levar a minha objectiva macro, quando durante a viagem toda apenas a utilizaria uma ou duas vezes?)

    * Baterias e cartões extra
    Não querem estar a fotografar e ficar sem bateria ou sem memória nos cartões, certo? Se tiverem um "dedo nervoso", vão precisar de muitos cartões de memória. Já devem ter uma ideia de quantas fotografias captam por cada dia de viagem, logo, levem os cartões necessários para não correrem o risco de ficarem sem fotografias dos últimos dias. Se não quiserem comprar vários cartões, podem sempre optar por levar um disco rígido e transferir as imagens quando chegam ao hotel (muitos hotéis disponibilizam computadores). Igualmente importante é levarem entre duas a três baterias: uma para uso, outra suplente e outra ficará à carga no hotel para usarem no dia seguinte.

    * Ter paciência e tempo para fotografar.
    Se a vossa intenção é trazer o maior número possível de boas fotografias, então vão ter que fazer um roteiro a pensar nisso. Não marquem mil visitas para o mesmo dia. Pensem que vão perder muito tempo no mesmo local.



    * Respeitar os locais e as pessoas que viajam convosco
    Uma das coisas que é importante ter em conta é que estão noutro país. As pessoas são diferentes e reagem de forma diferente ao facto de estarem a ser fotografadas. O melhor seria pedir autorização à pessoa (caso queiram fazer um retrato ou fotografar um estabelecimento comercial). Também há que ter em conta as pessoas que vão convosco de viagem. Se forem entusiastas da fotografia, não haverá muito problema, porque ambos irão parar várias vezes para fotografar. Mas se forem pessoas com pouca paciência, então vão ter que parar menos vezes pelo caminho. Se for importante, arranjem um dia em que cada um irá fazer o que bem lhe apetecer (já falei sobre isso aqui nesta publicação).



    * Pesquisar os melhores locais para fotografar: Instagram; Youtube: etc.
    Uma das coisas que eu faço antes de viajar é procurar locais interessantes por onde outras pessoas já passaram. Nada melhor do que o Youtube e o Instagram. Usem e abusem da pesquisa por hashtags.
    Aproveitem também essa pesquisa para não fazerem uma fotografia que já toda a gente fez.



    * Sair da zona turística.
    Conhecer pessoas da zona é bom para vos mostrarem locais menos turísticos. Os habitantes conhecem à partida, outros bons spots que não vêm nos roteiros. Aproveitem pequenas aldeias, zonas mais calmas. Fiquem algum tempo a contemplar a vida das pessoas. Poderão fazer boas fotografias de quotidiano se forem para locais menos turísticos.

    * Escolher o melhor horário
    Irão perceber durante a vossa pesquisa que alguns locais são mais fotogénicos ao anoitecer e outros ao início do dia. Por exemplo, querem subir à Torre de Tóquio de manhã, para poder tirar melhor partido da vista ou à noite para poderem fotografar a cidade toda iluminada? Tão importante quanto definir o que visitar, é escolher a melhor hora para o fazer.



    * Tirar notas daquilo que fotografam
    Uma das coisas que me arrependo é de não andar sempre com um bloco atrás e de não tirar notas dos sítios por onde passei e fotografei. É tudo muito fresco nos primeiros meses após a viagem, mas depois esquecemo-nos onde tirámos a fotografia, porquê que a tirámos e outras informações relevantes.

    Todas as fotografias foram tiradas por mim e não podem ser reproduzidas sem autorização.

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    Uma das grandes vantagens de viver em Macau é ter a oportunidade de experimentar culinárias de diferentes países. Este podia ser até um top 20 mas para não acharem que eu só penso em comida, aqui ficam cinco pratos que não podem perder por estas paragens. Experimentem se viajarem por estes países porque a comida é uma parte interessante da cultura de cada povo.

    1. DIM SUM (China/Macau/Hong Kong)
    Já falei aqui no blog sobre o meu amor pelos dim sum, especialmente o pão de porco assado, o dumpling de nabo, o pão doce e o xiao long bao. Se quiserem saber como pedir carreguem AQUI. E se estiverem em Taiwan não deixem de experimentar o xiao long bao do Din Tai Fung, é uma experiência única. Cheguem é por volta do meio dia ou preparem-se para esperar...muito :-)

    Onde comer em Macau? Portas do Sol, Lei Garden, The Eight
    Onde comer em Hong Kong? Tim Ho Wan, Lei Garden





    2. SUSHI (Japão)
    A culinária japonesa é sem dúvida uma das mais conhecidas do mundo e uma das minhas preferidas. Adoro, em particular, o sushi mas para isso o peixe tem que ser fresco. E claro que o melhor sítio para o comer é no Japão. Quem estiver por lá não deixe de ir ao Fish Market logo de manhã. Quanto ao japonês de fusão, é uma proposta interessante, mas também é muitas vezes uma forma de esconder a integridade dos ingredientes.

    Onde comer em Macau? Shinji, Mizumi
    Onde comer em Tokyo? Sushi Dai, Sushi Saito





    3. PHO (Vietname)
    Pronuncia-se "fuuuh" e é uma sopa de noodles de arroz com um caldo maravilhoso, geralmente servida com bife. É depois normalmente finalizada com manjericão, rebentos de feijão, lima e um pouco de chili. Típica do Vietname, encontra-se em qualquer lado, inclusive nos mercados e é uma das street foods mais baratas e saborosas que podem encontrar.

    Anthony Bourdain disse que a sua refeição mais perfeita foi uma taça de pho e Peta Mathias descreveu a pho como "vietnam in a bowl, heaven in a spoon, culture in a sip" portanto não fiquem desmotivados pelo ar menos apetitoso da foto :-)




    4. PAD THAI (Tailândia)
    É difícil escolher entre os vários pratos tailandeses, mas este sem dúvida conquistou-me: é crocante e tem um sabor ligeiramente adocicado. É feito com noodles de arroz salteados com ovo e tofu, molho tamarindo, molho de peixe (fish sauce), camarão seco, alho ou chalotas, pimenta vermelha e açúcar de palma e servido com lima e às vezes amendoins torrados (altamente aconselhável!). Há várias versões e há restaurantes que incluem, por exemplo, rebentos de soja.

    Onde comer em Bangkok? Pad Thai Thip Samai (aberto a partir das 17.00 até tarde. 313 Mahachai Road, Old City), Nara (Erawan Bangkok lower Ground Flour)



    Nara, Bangkok (foto retirada da internet)


    5.  CHICKEN TIKKA MASALA 
    Contrariamente ao que se pensa, este prato não é muito popular na Índia, e parece que foi criado em Inglaterra. De qualquer forma é um prato que pessoalmente adoro. O frango feito no tandori com o molho cremoso fica simplesmente delicioso. Normalmente vem acompanhado com pão indiano, como o naan, que é maravilhoso.

    Onde comer em Macau? Golden Peacok
    Onde comer em Delhi? Bukhara

    Se quiserem experimentar em casa sigam esta receita do Guardian.

    Foto do artigo do Guardian, referido em cima

    Já experimentaram algum destes pratos? Têm outro favorito? Partilhem connosco nos comentários :-)

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    No "Em Foco" deste mês falamos com o Pedro Ribeiro, um engenheiro português, que vive em Macau e gosta de aventuras e contacto com a natureza. Tendo regressado há pouco tempo do Alasca, a sua viagem de sonho é atravessar o continente americano de bicicleta.

     
     Alasca

     Alasca


     NOTA: Todas as fotos deste post são do Pedro e não deverão ser reproduzidas sem autorização.

    1 - Como te defines enquanto viajante?
    Considero-me alguém que procura aventuras arrojadas em locais que permitem um contacto íntimo com a natureza e longe da civilização. Quanto menor for a marca da passagem pelo homem e quanto mais intacta estiver a natureza, mais apelativo se torna o destino para mim.

    Nas viagens e no meu dia-a-dia, aplico muito o lema “Não tires mais do que fotos, não deixes mais do que pegadas. Não leves mais do que memórias, não mates mais do que o tempo”.

    Enquanto viajantes, somos também embaixadores do nosso país, sendo assim fundamental respeitarmos as pessoas, costumes e valores dos locais que visitamos.


    Nova Zelândia

    Nova Zelândia

    2 - Qual foi a tua primeira viagem? Que memórias guardas dessa viagem?
    A primeira viagem que fiz e me deixou belas memórias foi com a minha família às Filipinas por volta de 1985. Fomos a Puerto Galera e às cataratas de Pagsaŋjan, onde foi filmado parte do filme Apocalypse Now. Ainda hoje me derreto quando vejo fotos dessa viagem, até porque têm bastante valor sentimental.
    Na altura, adorei ambos os locais, mas regressei há poucos anos a Puerto Galera para mergulhar e não gostei nem um pouco. Abaixo ou acima de água, o turismo matou aquele destino.

    3- Qual foi a viagem que mais te marcou e porquê?
    Todas as viagens nos possibilitam experiências muito específicas da própria viagem e que acabam sempre por deixar ficar algo na memória. Mas é igualmente verdade que há umas mais especiais do que outras.
    Dito isto, a viagem que fiz de bicicleta pela Bolívia em 2006 foi a mais marcante que já fiz pelas paisagens, contrastes de cores, alta montanha, vida animal, calor humano dos locais, vulcões, lagoas e lagos de sal.


    Bolívia

     
    Bolívia



    Bolívia

    4- E aquela viagem que queres mesmo fazer e ainda não tiveste oportunidade?
    Esta é fácil. :-) Pedalar toda a Rodovia Pan-Americana, i.e., atravessar todo o continente americano de bicicleta, arrancando de Prudhoe Bay no Alasca e acabando em Ushuaia na Argentina. Um projecto entre 40 a 50000km e talvez ano e meio.

    5 - Quais são as três coisas sem as quais nunca viajas?
    Passaporte, mochila e um plano aventureiro ambicioso.



    Índia

    Guatemala

    6 - Como concilias a profissão de engenheiro com o gosto de viajar?
    A minha família podia responder por mim, pois acaba por ser “sacrificada”... Quer isto dizer que vou pouco a Portugal porque oriento as férias para as minhas viagens pessoais.
    Tento sempre conciliar férias com feriados públicos, permitindo-me assim maximizar o tempo de cada viagem. Em suma, com alguma habilidade, consigo fazer 3 a 4 viagens anuais que vão de 1 a 2 semanas.
    Embora isso em nada se assemelhe aos 6 ou 12 meses de milhares de viajantes, a verdade é que me permitem fazer umas aventuras muito interessantes.



    Indonésia


    7 - Recentemente estiveste no Alasca. Como foi essa experiência?
    Foi uma experiência única. O Alasca é um local muito marcante pela vida animal e pelo quão selvagem é.
    Em quase todas as viagens que faço, exponho-me a determinados riscos porque procuro sempre zonas remotas e longe da civilização, dependendo assim apenas de mim próprio. Porém, estivesse eu numa zona deserta do Tibete ou da Bolívia e tivesse um problema grave, não me conseguindo mexer, acredito sinceramente que seria uma questão de 1 ou 2 dias e alguém passaria a tempo de me encontrar vivo.
    No Alasca, não! Uma pessoa está entregue a si própria e é bom que esteja consciente e preparado para o que se propõe fazer ou a aventura pode tornar-se inesquecível pelos piores motivos.
    Entre outras aventuras, fiz uma viagem a solo de kayak pelo Glacier Bay de 5 dias e não vi vivalma! Uma viragem e entrava em hipotermia no espaço de minutos! Seria claramente o princípio do meu fim. Fiz também uma longa caminhada de vários dias e tenho poucas dúvidas que se tivesse um problema que me imobilizasse, seriam os ursos os primeiros a encontrar-me porque não vi absolutamente ninguém. Em suma, o Alasca é lindo de morrer, mas é selvagem e inóspito e não perdoa erros.



    Alasca

    Alasca

     Alasca

    8 - Achas que a língua é uma barreira para viajar para um determinado país?
    De modo algum. Nunca o foi e certamente não será agora, já que até os telefones falam por nós.


    9 - Se uma pessoa quiser viajar mas não tiver possibilidades económicas, qual o melhor conselho que lhe podes dar?
    Viajar não tem que ser proibitivamente caro. Dependendo do destino, o comboio ou autocarro podem ser alternativas ao avião (mas isso requer tempo).
    Se o avião for indispensável, bilhetes comprados com grande antecedência e para dias úteis tendem a ter preços atractivos. Uma vez no destino, não há nada como viver como os locais, i.e., deve-se apanhar transportes públicos e comer nos restaurantes frequentados pela população. Na verdade, eu considero isso fundamental porque torna
    toda a experiência muito mais real e genuína.
    Se houver possibilidades de se acampar, o alojamento também fica em conta. Com tudo isto, o verdadeiro custo resume-se à viagem, uma vez que relativamente ao resto, talvez seja mais caro ficar em casa.


    Noruega


    10 - Podes dar 3 dicas para quem quer começar agora a viajar? 
    Primeiramente, a pessoa tem de se conhecer bem e saber do que gosta, ou seja, se é de montanha, praia, cidade, arquitectura, neve, etc. Em função disso, deve começar por um destino que não ofereça grandes dificuldades, nomeadamente logísticas. Depois, convém escolher um período do ano em que o clima seja favorável. A partir daí... Bom, a partir daí, o céu é o limite!

    Indonésia


    Se viajam com frequência ou se estão neste momento a fazer uma viagem de longa duração entrem em contacto connosco e poderão aparecer por aqui!

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    A primeira vez que fui a Aveiro foi muito a correr e não vi grande coisa. Nesta segunda visita dediquei um dia a explorar a zona. Infelizmente o tempo não ajudou, porque estava bastante chuvoso. No entanto, consegui preparar-vos uma lista daquilo que considero interessante visitar nesta cidade. Retirando os dois últimos tópicos em que fomos de carro, tudo o resto fizemos a pé. O que é óptimo, porque entre ir e vir e arranjar lugar para estacionar, perderíamos imenso tempo.

    1) Praça Humberto Delgado e as quatro estátuas
    Estas quatro estátuas devem ser das coisas mais fotografadas em Aveiro. Simbolizam quatro figuras tradicionais da região: a Salineira, o Fogueteiro, a Parceira do Ramo e o Marnoto.


    2) Dar uma volta pela cidade e ver a arquitectura, os azulejos, a street art e os mercados de antiguidades.
    Aveiro tem diversos prédios de art nouveau (ao todo são 28) e muitos deles com azulejos inspirados neste estilo. Nunca vi tanto azulejo diferente por metro quadrado. Andem pela cidade com alguma calma e observem todos os pormenores. Encontram na Travessa do Tenente Rezende uma parede cheia de street art (olhem para cima, porque nem tudo está à medida do olhar).
    Como fomos a um domingo (4º domingo de cada mês), apanhámos também um mercadinho de velharias e usados.





    3) Visitar lojas tradicionais
    O que não falta são lojas a vender sal e ovos moles. Entrem numas quantas e vejam os produtos tradicionais da região. Eu visitei uma loja bastante simpática chamada Casa da Ria. Aqui poderão encontrar sal, flor de sal, sabonetes, produtos de beleza, ovos moles, espumantes, peças de artesanato, e muito mais.

    4) A melhor loja de velharias que já conheci
    A Porta Verde merece uma visita obrigatória. Até mesmo aqueles que, tal como eu, não ligam muito a velharias e a usados, vão adorar esta loja. Tem coisas que vos vão fazer lembrar a vossa infância, outras que vão querer trazer para decorar a vossa casa, e outras tantas que vão querer trazer para usar e vestir. Acreditem que a visita vale muito a pena. 



    5) Visitar a Oficina do Doce e comer ovos moles
    Nesta loja o interessante são os workshops e demonstrações do fabrico dos ovos moles. Aqui poderão ver o fabrico destes doces e ainda por mãos na massa. No final ainda têm oportunidade de experimentar uma destas iguarias da cidade. Fica situado na Galeria Rossio.
    No entanto, para comprarem para levar para casa, aconselho a visitarem a Pastelaria Latina, que tem bastante variedade de doces e são todos de óptima qualidade.

    6) Casa de chá do Museu Arte Nova
    Depois de passarem pelo Museu de Arte Nova, façam uma paragem na casa de chá que se encontra no piso térreo. É bastante acolhedora e tem um vitrina de bolos divinal.


    7) Andar de moliceiro
    Não é à toa que é considerada a Veneza de Portugal. Têm ao vosso dispor algumas empresas que fazem percursos pela ria de Aveiro (aproximadamente 45 minutos cada viagem). Aproveitem para apreciar o design dos barcos. Alguns têm imagens bastante engraçadas.




    8) Visitar as Salinas
    Não tive tanta sorte na minha visita como vocês poderão ver pelas fotografias. No entanto, e com bom tempo, poderão fazer uma visita que inclui ainda uma piscina salgada e um spa.


    9) Ir ao restaurante Gatupardo
    Numa pequena pesquisa pelos principais sites de avaliação, encontrei este restaurante que me pareceu interessante partilhar convosco.
    A comida é boa, mas o que mais me convenceu foi o espaço. Parece que entraram numa grande e sofisticada oficina de automóveis. À entrada encontrarão um Jaguar, que já por si atrai os amantes de carros. Mas para entrarem a 100% no espírito, escolham uma das mesas com antigos bancos de automóveis e apreciem as pinturas das paredes.





    10) Visitar a Costa Nova
    Quem teve azar nesta visita? Eu! Choveu quase sempre e não consegui visitar o farol nem todas as casinhas típicas que tanto queria ver. Mas não deixem de visitar a Costa Nova na vossa visita a Aveiro. Aproveitem e tirem meia dúzia de fotografias instagramáveis.








    E vocês? Ficaram curiosos por conhecer Aveiro?
    Já conhecem? Partilhem todas as vossas experiências connosco.

    Todas as fotografias foram tiradas por mim e não podem ser reproduzidas sem autorização.

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