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    Catarina em Praga

    A Catarina é portuguesa e neste momento é estudante universitária. Quando a conheci, foi em trabalho no ramo da fotografia. E foi através da fotografia que teve a oportunidade de viver e trabalhar em Praga por três meses. Ainda teve tempo para visitar outras cidades europeias, como conta nesta entrevista que poderão ler abaixo.

    1) Como surgiu a oportunidade de ires para Praga?
    A oportunidade de viajar para Praga sugeriu quando menos esperava.
    Ligaram-me quando estava eu de férias com a minha família. Nessa altura tinha dois telemóveis, mas raramente andava com um deles. Nesse dia por coincidência ou não, quando recebi a chamada da minha escola (ETIC Lisboa) a dizer-me que tinha sido uma das alunas convidadas/escolhidas pelo meu coordenador de curso para ir de Erasmus+ (3 meses), tinha os dois telemóveis comigo. Nessa altura ainda não sabia qual seria o meu destino.

    Catarina e o Castelo de Praga  
    Vista do Castelo de Praga
    2) Como foi a tua adaptação à cidade, à língua e aos costumes?
    Quando cheguei, dia 22 de Setembro, com mais duas raparigas da minha escola, não quis acreditar que aquilo estava realmente acontecer. Para além de ter sido a minha primeira viagem de avião (que correu muito bem e comecei adorar andar nele), não estava a acreditar que aquele país seria a minha casa durante três meses. Na altura até pensei que seria pouco tempo para fazermos tudo, mas não foi. Foi tempo suficiente para sentir a verdadeira saudade de casa, da família e dos amigos. Foi tempo suficiente para sentir saudades da minha língua, da moeda, dos costumes de Portugal e principalmente da comida.
    A minha adaptação não foi fácil. Tive uma semana de aulas de checo, para poder aprender o básico da língua, mas se hoje me perguntarem alguma coisa ou se me pedirem para falar, as únicas palavras que vão sair são: “Ahoj” (olá, informal), “Dobrý den” (olá, formal), “Prosím” (por favor), “Pardon” (Desculpe), “Děkuji” ou “Děkuju” (obrigada), “Na shledanou” (uma maneira de despedir alguém).
    Fui obrigada a desenvolver rapidamente o meu inglês, pois as respostas que tinha que dar iam por vezes mais além do meu conhecimento de inglês. Acabou por ser uma mais-valia, pois permitiu-me falar e viajar sozinha para outro país sem ter que levar um dicionário atrás ou um Google Translator. A adaptação à cidade foi fácil. Os transportes públicos estão muito bem pensados, existem inúmeros eléctricos que nos levam a qualquer canto da cidade, ou então basta apanhar o metro para chegarmos em pouco tempo ao destino.
    As pessoas nos cantos escondidos de Praga, onde não existe turismo, são frias e distantes, não gostam propriamente de falar ou de contactar com desconhecidos, não sabem inglês ou pelo menos não se esforçam a tentar ajudar. Infelizmente isto foi um problema, porque não só a “minha” casa estava num desses cantos ocultos, como também, por exemplo, um dia nas compras levei uma hora e pouco só para saber qual era o shampoo indicado para cabelos lisos, porque ninguém no supermercado quis ajudar-me. No fim não trouxe o certo porque as legendas das embalagens dos produtos estão todas em checo, húngaro e eslovaco.
    Nos transportes públicos não se ouve nenhuma pessoa a falar, e quando ouvimos é porque são turistas a passear ou estudantes como nós. Os animais de estimação são permitidos em qualquer lado: transportes públicos, shoppings, restaurantes, lojas de rua, etc. - a não ser que seja algum local especifico ou que tenha alguma placa de proibição. Acerca dos costumes não foi difícil. Algumas situações faziam-me confusão, mas com o tempo fui-me adaptando e adorando cada minuto passado naquela cidade. Houve momentos em que queria voltar para Lisboa, mas houve outros em que esse pensamento nem me ocorria.

    Praga - Charles Bridge (Ponte Carlos)

    3) Quais as maiores dificuldades nesses três meses que estiveste em Praga?
    Uma das dificuldades que tive foi adaptação ao inglês. Tinha muitas dificuldades em expressar-me tanto com quem nos acolheu, como com os nossos parceiros ingleses de casa (que tiveram connosco um mês, até virem os nosso dois colegas do Algarve) e com o meu chefe de estágio. Mas com o tempo e ajuda dos meus “irmãos” de casa fui melhorando e, com a experiência de Erasmus posso dizer que evolui bastante.
    Uma outra grande dificuldade foi o dinheiro. Fazer contas “à vida”, saber quanto poderia gastar em comida, quanto poderia gastar em viagens pela Europa e quanto poderia gastar em saídas e passeios.

    4) O que trouxeste de melhor desta viagem/experiência?
    É uma pergunta difícil, mas também muito geral. O que trouxe de melhor sem dúvida que foi o meu crescimento e a minha aprendizagem profissional na área de fotografia. 

    Praga - Vista das torres

    Praga - Vista das torres

    Praga - Vista das torres

    5) Se fosse hoje, terias escolhido de novo Praga para fazer Erasmus?
    Infelizmente ou felizmente não tive escolha com o destino, mas se convidassem-me novamente para ir de Erasmus, sem dúvida que diria que sim. Porque tanto poderia repetir os bons momentos como também tinha oportunidade de fazer coisas que ficaram pendentes.

    Praga 
    6) Imaginando que temos dois dias para ir a Praga: o que aconselhas a visitar?
    Felizmente Praga visita-se bem em dois/três dias, sem visitar museus. Mas sem dúvida que aconselharia a famosa Charles Bridge (Ponte Carlos), o castelo de Praga e a Catedral de S.Vito (lindíssima e majestosa). Aconselho também a Praça da Cidade Velha (onde fica o Relógio Astronómico), Monte Petřín, Antigo Cemitério Judaico, Dancing House e também a Praça Venceslau. Mas para além disso aconselho mesmo a visitar os parques e jardins, que são incríveis e mesmo muito bonitos, como por exemplo o Jardim Wallenstein e o Jardim Letná (no qual tem a vista completa da cidade e conseguimos ver as nove pontes que dividem Praga (uma delas a Charles Bridge).
    Não caiam no erro de subir às torres (que não é gratuito). Eles gabam-se que têm a melhor vista da cidade, mas é mentira. Caí pelo menos nesse erro três vezes. A vista mais bonita da cidade, situa-se num Miradouro que fica no Monte Petřín. Para conseguir-se ir lá temos de ir de Funicular.
    Já agora se tiverem curiosidade de sair à noite, não visitem os bares ou discotecas que se encontram nos guias turísticos, esses locais são perfeitos para vos “roubarem dinheiro” e vão acabar por não se divertirem. Vão ao bar Vzarkovna é um local fantástico e totalmente diferente do que estamos habituados a ver.

    Jardim Letná

    Jardim Letná

    Jardim Letná

    Jardim Letná
     
    7) O que consideras essencial ter na mala quando se viaja para Praga?
    Como não apanhei o Verão de lá vou acabar, se calhar, por não aconselhar tão bem, mas o calor deles é idêntico ao nosso portanto, o essencial é: t-shirts, vestidos, macacões e calções. Não podem esquecer-se do protector solar e de uns bons ténis para caminhar. Levar uma mala pequena, para facilitar nos passeios pela cidade, também ajuda.
    O inverno é que é muito diferente do nosso. É um frio seco que pode chegar aos vinte graus negativos. É essencial levar um bom casaco, de preferência de penas, mas por baixo do casaco uma camisola fina, porque qualquer local em que se entra está quente. Aconselho também umas boas botas, com umas boas meias quentes (isso é muito importante), gorros, luvas (muito importante) e gola/cachecol.

    8) É necessário uma carteira recheada quando viajamos para Praga ou conseguimos fazer uma boa vida com pouco dinheiro?
    Praga não é uma cidade cara, a moeda deles é a Kc (coroa), 27kc vale 1€. Claro que em certos museus, restaurantes ou cafés/esplanadas junto de espaços turísticos, os preços mudam. Eu sou uma pessoa de aproveitar ao máximo o que a cidade oferece, por isso gosto sempre de estar confortável com o dinheiro que tenho, sem estar sempre a fazer contas. Mas se visitarmos Praga em dois dias não precisamos de uma mala recheada.

    9) Tiveste oportunidade de conhecer outras cidades ao redor de Praga. Quais? O que mais te cativou em cada uma delas?
    Praga felizmente é uma cidade que se encontra no centro da Europa o que facilita muito a ida para outros países, a preços fantásticos.
    Um dos países que tive oportunidade de conhecer, por ter ganho (juntamente com outros colegas meus) um protejo de escola, foi Londres. Infelizmente como estava em Praga, esta viagem foi feita ao desconhecido. Os meus colegas partiram de Lisboa e a escola conseguiu-me arranjar bilhetes para eu partir de Praga. Até hoje penso e digo que não sei como tive coragem para ir sozinha de avião até Londres, apanhar um comboio durante uma hora até ao centro da cidade e ainda apanhar o famoso metro Londrino até ao hostel. Nessa altura não consegui ligar para nenhum professor ou colega meu, apenas tinha o meu famoso inglês para me ajudar. Felizmente em momentos de pânico ele funciona bastante bem e os londrinos foram muito prestáveis e ajudaram-me quando estava perdida.
    Não há muito para falar de Londres, infelizmente não tive oportunidade de conhecer muito, é uma viagem que espero fazer futuramente.
    As outras duas viagens que fiz pela Europa foram a Viena e a Berlim. Estas já fiz com os meus companheiros de casa e fiz de autocarro.
    Para Viena foram três a quatro horas e para Berlim foram cinco a seis horas. Deixo aqui o apontamento que os autocarros são baratíssimos e fantásticos, fornecem café, chocolate quente e outras bebidas, à borla, que são deliciosas - e com o frio que estava ainda souberam melhor. Também temos disponível, em cada lugar, televisão para que individualmente cada um possa ver um filme (até que são recentes), jogar, ouvir música ou então podermos ver em que local estamos e saber quanto tempo falta para chegarmos.
    Amei qualquer cidade que visitei, mas a que me deixou de boca aberta e a que me faz querer voltar mais tarde, é sem sombra de dúvida Berlim. O hostel que fiquei hospedada em Berlim foi o Mitte e em Viena foi o Do Step Inn.

    Londres

    Londres  

    Viena

    Berlim

    Berlim

    10) Qual seria para ti a viagem de sonho? Está nos teus planos para breve?
    Gosto muito de viajar portanto dar um local em concreto é difícil. Mas uma das minhas viagens de sonho é conhecer as ilhas de São Tomé e Príncipe e o Japão. São viagens que estão apenas em pensamento. Nada está para breve.

    Todas as fotografias foram tiradas pela Catarina e não podem ser reproduzidas sem autorização.

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    Depois da publicação sobre Fotografia em Viagem, decidi falar de outro tema muito abordado por viajantes que se preocupam com o registo fotográfico, mas que não lhes interessa muito se a fotografia tem qualidade suficiente para fazer um poster de um metro quadrado: fotografar com o telemóvel.
    Primeiro que tudo têm que perceber que um telemóvel por muita qualidade que tenha, não consegue substituir uma boa máquina. Eu trabalho com fotografia e todos os dias oiço pessoas a dizer "eu tiro fotografias com o telemóvel porque tem muito boa qualidade. Não me interessa andar com um peso enorme atrás". OK. São opções. Mas têm que perceber qual o potencial do aparelho que têm nas mãos.



    MEMÓRIA
    Regra número um: antes de viajar, limpar tudo o que não interessa do telemóvel / fazer backup de tudo o que é importante. Não vale a pena levarem fotografias no telemóvel, nem aplicações que não vos interessam para nada e só ocupam espaço.
    Se tiverem um Android, comprem cartões de memória extra. Se for IOS terão que enviar as fotografias para cloud ou ter uma pen (ou várias extra).


    CONFIGURAR A CÂMARA
    Não usem a pior qualidade só para poupar espaço. Coloquem sempre na melhor qualidade possível. Não se irão arrepender no momento em que fizerem crop a uma imagem ou quando forem imprimir para colocar no vosso álbum de férias.


    DÁ MENOS NAS VISTAS
    O bom do telemóvel é que dá menos nas vistas. Muitas vezes fui abordada porque não podia estar a fotografar com a máquina fotográfica, quando à minha volta estavam pessoas a fotografar com o telemóvel.

    SEMPRE À MÃO
    Como é leve e pequeno, basta colocar o telemóvel no bolso ou andar com ele na mão para não perder nenhum momento.



    FOTOGRAFIAS VOSSAS
    Se viajam sozinhos e não gostam de dar a vossa câmara a um estranho para vos fotografar, o telemóvel é o mais prático para conseguirem tirar as chamadas selfies. Os selfiesticks apesar de parecerem ridículos, por vezes são uma grande ajuda para vos conseguir captar e ao espaço envolvente.


    APLICATIVOS DE EDIÇÃO
    Existem imensos aplicativos que poderão usar para editar as vossas fotografias. Na maior parte das vezes eu uso o VSCO. Esta aplicação também vos permite ter maior controlo sobre a vossa câmara, pois é possível controlar aspectos como balanço de brancos, exposição e focagem.




    CUIDADO COM AS CAPAS
    Já apanhei no meu trabalho, pessoas a imprimir fotografias que estavam desfocadas na parte superior, ou que pareciam com uma névoa. Isto porque a capa do telemóvel estava a influenciar a qualidade da imagem.

    ZOOM
    Não conheço todos os telemóveis do mundo, mas no meu caso, evito o zoom digital do telemóvel. A fotografia vai ter menos qualidade (e é aí que entra também a minha ideia que um telemóvel não substitui uma câmara fotográfica).



    NÃO DESVALORIZAR O MOMENTO
    Uma vez que escolheram o telemóvel para registar as vossas viagens, tenham a mesma atenção que teriam com uma máquina fotográfica. Escolham os melhores ângulos, a melhor luz, o melhor momento para fotografar.

    COMPREM UM TRIPÉ
    Em algumas situações ter um tripé irá ajudar a que as vossas fotografias não fiquem tão tremidas. Os mini tripés são baratos e ocupam pouco espaço.

    LENTES ADAPTÁVEIS
    O bom de fotografar com o telemóvel é que facilmente colocam uma objectiva fisheye ou macro sem gastar muito dinheiro (comparado com uma objectiva para uma câmara fotográfica). No entanto, muitas delas reduzem a qualidade de imagem. Optem por comprar um kit de adaptadores numa loja especializada e se possível, peçam para experimentar.



    PRONTO A PUBLICAR
    Se são activos nas redes sociais, provavelmente fotografam tudo com o vosso telemóvel. É mais prático e rápido fotografar, editar e publicar de seguida. Se bem que hoje em dia muitas máquinas têm wi-fi para fazer conexão com os telemóveis, mas de qualquer das formas, poupam tempo a transferir imagens de um dispositivo para o outro.



    Eu não troco a minha máquina por nada. Claro que há momentos em que não me apetece andar com muito peso atrás, e a situação não é tão importante ao ponto de levar a máquina fotográfica. Mas em viagens não me passa pela cabeça fotografar apenas com o telemóvel.
    E vocês? Optam por viajar com uma máquina fotográfica ou preferem usar apenas o telemóvel?


    Todas as fotografias foram tiradas por mim e não podem ser reproduzidas sem autorização.

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    A primeira vez que fui a Aveiro foi muito a correr e não vi grande coisa. Nesta segunda visita dediquei um dia a explorar a zona. Infelizmente o tempo não ajudou, porque estava bastante chuvoso. No entanto, consegui preparar-vos uma lista daquilo que considero interessante visitar nesta cidade. Retirando os dois últimos tópicos em que fomos de carro, tudo o resto fizemos a pé. O que é óptimo, porque entre ir e vir e arranjar lugar para estacionar, perderíamos imenso tempo.

    1) Praça Humberto Delgado e as quatro estátuas
    Estas quatro estátuas devem ser das coisas mais fotografadas em Aveiro. Simbolizam quatro figuras tradicionais da região: a Salineira, o Fogueteiro, a Parceira do Ramo e o Marnoto.


    2) Dar uma volta pela cidade e ver a arquitectura, os azulejos, a street art e os mercados de antiguidades.
    Aveiro tem diversos prédios de art nouveau (ao todo são 28) e muitos deles com azulejos inspirados neste estilo. Nunca vi tanto azulejo diferente por metro quadrado. Andem pela cidade com alguma calma e observem todos os pormenores. Encontram na Travessa do Tenente Rezende uma parede cheia de street art (olhem para cima, porque nem tudo está à medida do olhar).
    Como fomos a um domingo (4º domingo de cada mês), apanhámos também um mercadinho de velharias e usados.





    3) Visitar lojas tradicionais
    O que não falta são lojas a vender sal e ovos moles. Entrem numas quantas e vejam os produtos tradicionais da região. Eu visitei uma loja bastante simpática chamada Casa da Ria. Aqui poderão encontrar sal, flor de sal, sabonetes, produtos de beleza, ovos moles, espumantes, peças de artesanato, e muito mais.

    4) A melhor loja de velharias que já conheci
    A Porta Verde merece uma visita obrigatória. Até mesmo aqueles que, tal como eu, não ligam muito a velharias e a usados, vão adorar esta loja. Tem coisas que vos vão fazer lembrar a vossa infância, outras que vão querer trazer para decorar a vossa casa, e outras tantas que vão querer trazer para usar e vestir. Acreditem que a visita vale muito a pena. 



    5) Visitar a Oficina do Doce e comer ovos moles
    Nesta loja o interessante são os workshops e demonstrações do fabrico dos ovos moles. Aqui poderão ver o fabrico destes doces e ainda por mãos na massa. No final ainda têm oportunidade de experimentar uma destas iguarias da cidade. Fica situado na Galeria Rossio.
    No entanto, para comprarem para levar para casa, aconselho a visitarem a Pastelaria Latina, que tem bastante variedade de doces e são todos de óptima qualidade.

    6) Casa de chá do Museu Arte Nova
    Depois de passarem pelo Museu de Arte Nova, façam uma paragem na casa de chá que se encontra no piso térreo. É bastante acolhedora e tem um vitrina de bolos divinal.


    7) Andar de moliceiro
    Não é à toa que é considerada a Veneza de Portugal. Têm ao vosso dispor algumas empresas que fazem percursos pela ria de Aveiro (aproximadamente 45 minutos cada viagem). Aproveitem para apreciar o design dos barcos. Alguns têm imagens bastante engraçadas.




    8) Visitar as Salinas
    Não tive tanta sorte na minha visita como vocês poderão ver pelas fotografias. No entanto, e com bom tempo, poderão fazer uma visita que inclui ainda uma piscina salgada e um spa.


    9) Ir ao restaurante Gatupardo
    Numa pequena pesquisa pelos principais sites de avaliação, encontrei este restaurante que me pareceu interessante partilhar convosco.
    A comida é boa, mas o que mais me convenceu foi o espaço. Parece que entraram numa grande e sofisticada oficina de automóveis. À entrada encontrarão um Jaguar, que já por si atrai os amantes de carros. Mas para entrarem a 100% no espírito, escolham uma das mesas com antigos bancos de automóveis e apreciem as pinturas das paredes.





    10) Visitar a Costa Nova
    Quem teve azar nesta visita? Eu! Choveu quase sempre e não consegui visitar o farol nem todas as casinhas típicas que tanto queria ver. Mas não deixem de visitar a Costa Nova na vossa visita a Aveiro. Aproveitem e tirem meia dúzia de fotografias instagramáveis.








    E vocês? Ficaram curiosos por conhecer Aveiro?
    Já conhecem? Partilhem todas as vossas experiências connosco.

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    Somos duas amigas portuguesas com a mesma paixão por viagens. Este blog surgiu na nossa necessidade de documentar as nossas aventuras pelo mundo fora.Lê Mais

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